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sábado, 15 de setembro de 2012

Receita rápida e fácil para o verão: sangria agrega valor a um vinho simples e acompanha almoços e jantares


Sangria é um tipo de ponche à base de vinho muito comum na península Ibérica. Bebe-se litros na Espanha e talvez ainda mais em Portugal. No Brasil a bebida não é tão popular, mas é uma das melhores receitas para transformar um vinho simples em um drink refrescante e delicioso. Com o calor se aproximando no Hemisfério Sul, é hora de anotar essa receita facílima. Aliás, essa é apenas uma variação: deixe a criatividade solta e aventure-se na hora de preparar.

A base da sangria são frutas, vinho e um refrigerante qualquer sabor limão. Pode-se adicionar até mesmo cachaça, para uma versão mais alcoólica. Também é possível fazer com água tônica no lugar de outro refrigerante. O vinho pode ser trocado por um espumante. Muitas frutas caem bem na receita: limão e laranja são as mais básicas. Mas maçã, abacaxi, uvas, kiwi, morangos e outras frutas vermelhas combinam muito bem. A receitinha que segue pode ser feita tanto com vinho tinto como branco: e não compre nada especial. Mesmo um vinho simples, daqueles de garrafão, não faz feio. Doce ou seco, pode escolher. Basta compensar na hora de adoçar a bebida. Anota ai então os ingredientes.

Sangria: bebida leve e frutada para enfrentar os dias de calor 

Sangria branca (para cinco pessoas)

Ingredientes

1 garrafa de vinho branco seco (700 ml)
700 ml a 1 litro de refrigerante sabor limão (mais refrigerante se quiser o drink mais leve)
1 laranja grande cortada em rodelas
1 limão-taiti ou siciliano em rodelas
1 maçã em fatias grossas
1 chumaço de hortelã (cerca de 30 a 40 folhas)
1 pau de canela
3 colheres rasas de açúcar
Gelo que baste

Preparo

Corte as frutas, coloque em um jarra bem grande, adicione o açúcar e a canela em pau. Mexa com uma colher grande até que as frutas fiquem bem untadas de açúcar e desprendam um pouco do sumo. Não amasse como caipirinha, apenas misture bem. Em seguida, adicione as folhas de hortelã, o vinho e o refrigerante. Misture tudo e prove. Se preferir, coloque mais açúcar, mais vinho ou refrigerante, até obter o ponto de preferência. Deixe na geladeira por pelo menos uma hora antes de servir para que as frutas desprendam todo o sabor na bebida. Sirva com bastante gelo e, se preferir, com pedaços de frutas usados no preparo e folhas de hortelã. 

domingo, 12 de outubro de 2008

Bolsas para mestrados em Portugal e na Espanha

Surgiu uma pergunta no Orkut na comunidade sobre Bolsas de Estudo no Exterior. Respondi por lá, mas transformei o conteúdo em um pequeno post para que mais gente possa ter acesso à informação. Bom, em primeiro lugar confesso que não pesquisei profundamente sobre mestrados na terrinha – nada contra Rafa! (minha irmã mora em Lisboa). Mas o que encontrei, não foi muito animador... ao menos na área de comunicação e artes, onde mantive o foco...

Por lá, existe o Instituto Camões, do governo português, que oferece bolsas... A Fundação Kalouste Gulbenkian também tem algumas opções para estudantes internacionais. No geral, é preciso inicialmente ser aprovado pela universidade para o mestrado e depois pedir a bolsa. Algumas que pesquisei cobra uma taxa de inscrição para olharem seus documentos.

Depois desta etapa é que se pode pedir a bolsa (existem exceções, fique atento!), mas nem todas cobrem integralmente o valor das mensalidades. Na Espanha é parecido e o processo mais popular é da Fundação Carolina. Os mestrados em Portugal e Espanha são 95% pagos... e bem pagos, especialmente para quem vive em real. Para cidadãos europeus, a coisa muda de figura Então, caso você tenha cidadania portuguesa ou qualquer outra européia vai encontrar muitos cursos gratuitos e terá sua vida facilitada na península ibérica.

No entanto, embora leia-se muito sobre parcerias educacionais entre Brasil e Portugal, acordos de cooperação, isso e aquilo, não há qualquer facilidade na hora de conquistar uma vaga pelo fato de ter passaporte brasileiro. Ao contrário, por causa do idioma, a concorrência com outros brasileiros é infinitamente maior. Reconhecimento de diploma para exercício da profissão, então, é um capítulo burocrático, logo e pedregoso à parte...

Bom, de qualquer forma, não adianta escolher Portugal ou Espanha apenas por não não dominar inglês. A internacionalização tem levado a Europa a mesclar idiomas e algumas matérias podem ser dadas por professores convidados em inglês. Mesmo que isso não ocorra, as faculdades pedem proficiência em Inglês como pré-requisito. Até mesmo no Brasil, para qualquer mestrado, é preciso saber um segundo idioma! Então, fica a dica, para quem já tem o Toefl, é muito mais fácil encontrar mestrados gratuitos em outros países do que em Portugal e Espanha. De qualquer forma, boa sorte aos navegantes!


Dica de viagem: Os acordos educacionais entre Brasil e Portugal são lindos... na teoria e, na maioria, permanecem nas gavetas assinamos, mas sem regulamentação para que possam ser efetivamente aplicados. Na prática, o que funciona melhor são as parcerias diretas entre universidades. Você buscar cursos de mestrado que tenham parcerias com universidades européias... Lisboa, Porto e Salamanca, na Espanha, estão entre os destinos mais comuns. É provável que você possa fazer um semestre ou um ano do mestrado fora por conta destes acordos internacionais e, dessa forma – mesmo em universidades particulares brasileiras – ficar isento da mensalidade.



Herzliche Grüβe
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