quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Doutorado na Alemanha: passo-a-passo para conseguir uma vaga, um orientador e uma bolsa de estudos
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Turismo seguro: oito dicas simples que descomplicam qualquer viagem pelo mundo
Bateria e cartão extras para a câmera: Tudo bem que o celular hoje em dia quebra um grande galho e todo mundo acaba tirando muitas fotos de viagem com eles, uma vez que as câmeras têm cada dia mais resolução. Mas eu nunca viajo sem uma câmera na bolsa. Uma não, duas na verdade. Uma maior, com um pouco mais de resolução e uma bem portátil, para “roubar” fotos onde nem sempre é possível sacar a câmera grande. Mas isso é exagero meu. A dica mesmo é investir em duas coisas: um cartão de memória extra e uma (ou duas!) baterias de reserva. Por que em alguns lugares é impossível parar de fotografar. E mesmo que eu saia do hotel com a bateria da câmera carregada, corro o risco de ficar sem ao longo do dia. Assim, sempre tenho uma bateria extra (carregada, claro!!) na bolsa. E outra coisa: esqueça a síndrome do filme, quando a gente tinha que pensar muito antes de apertar o botão. Fotografe muito, faça mais de uma foto da mesma cena, tente diferentes ângulos e regulagens da câmera (mesmo das pequenas!). Quando se faz uma única foto, não dá para chorar depois se ficou tremida ou se a ponta da torre foi cortada. Afinal, não tem como prever se a gente vai ter a chance de voltar ao mesmo destino...
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Turismo internacional: 20 formas de reconhecer o brasileiro chato no exterior (e manter distância dele)
Os brasileiros estão ganhando o mundo e é difícil viajar sem esbarrar com conterrâneos por ai. Paris, Roma e Londres já devem ter mais brasileiros do que nativos! Há muita gente legal passeando em busca de cultura, diversão. Esses encontros podem resultar em novas amizades ou em boas risadas mundo a fora. Mas há quem atrapalhe a festa: pessoas inconvenientes que deviam ficar em casa até tirar um diploma de como se comportar longe do país. E antes que alguém me acuse de falta de patriotismo, esse guia é 100% baseado em fatos reais.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Alemanha de A a Z: um guia prático para entender a terra dos castelos, da batata e da cerveja
Um guia prático para entender esse país cheio de regras, peculiaridades e consoantes. Uma coleção de verbetes com experiências, muito achismo e nenhum rigor científico: experiências somadas no cotidiano de um país com uma aura tão indigesta quanto repolho azedo com joelho de porco cozido, mas que se revela um local seguro, prático e até divertido de se viver.
Atenção: a reprodução desse texto ou suas imagens em qualquer outro veículo midiático – incluindo blogs ou sites só é permitida a partir de consulta prévia. Caso queira compartilhar, publique o parágrafo acima e inclua um link para o post original.
Alemanha – O país coleciona ódios e amores na mesma proporção. Bom, não exatamente. A liderança econômica da Alemanha na união europeia coloca o país – e em especial a chanceler Angela Merkel – no centro das críticas pela crise econômica. Não raro a governante é retratada como nazista, embora dentro do país goze de prestígio (demonstrado nas urnas nas últimas eleições). Más línguas dizem que a Alemanha conquistou com a economia e com a criação da EU aquilo que o Nazismo almejava e fracassou. Críticas à parte, é o país de um povo ordeiro e que tenta superar as marcas do passado. Uma economia de índices fortes apesar da crise e um lugar onde se vive com estabilidade e segurança.
Domingo – Todo sábado parece que o país está às vésperas de uma guerra, especialmente nos supermercados. No domingo – com raríssimas e recentes exceções nas cidades maiores – NADA abre no país. Não tem mercado, não tem loja, não tem shopping aberto. Padarias fazem plantão em sistema de rodízio, como as farmácias. Cada final de semana é uma que “faz o favor” de abrir em um determinado horário para vender. Mas as portas abertas são por pouco tempo. É melhor planejar o domingo com antecedência, fazer a lista de compras bem completa para não faltar nada.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Deutsche Welle: há vagas para jornalistas formados em estágios pagos
Portugiesisches Programm
Johannes Beck
Kurt-Schumacher-Str. 3
53113 Bonn - Alemanha
PS (07/08/2012) :
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Como fazer uma boa carta de recomendação acadêmica
Muitos cursos de mestrado no exterior exigem cartas de recomendação de professores e empregadores. Além do histórico escolar, claro, elas são decisivas na escolha do candidato e, para isso, devem destacar seus pontos fortes. Quando solicitei as primeiras indicações aos professores, o conteúdo veio superficial ou incompleto. Então, mais uma vez, salva pelo Google e por exemplos de cartas espalhadas pela rede.
Encontrei um roteiro, mas não lembro onde e nem achei novamente pra citar a fonte (se alguém souber, providencio o crédito inicial). Com base nele, encaixei as informações solicitadas pelas universidades da Europa e divido o resultado para facilitar a vida de quem está planejando fazer mestrado no exterior. A primeira frase, já em inglês, é o destinatário padrão (o nosso “a quem possa interessar”).
To whom it may concern
O propósito desta carta é recomendar Fulano de tal como candidato (a) ao curso de mestrado Tal tal tal.
* Descrever de forma clara o perfil e o potencial do candidato. Cada adjetivo usado como habilidade do candidato deve ser justificado
Exemplo: Interesse pela pesquisa científica, apresentando conteúdos apurados em seus trabalhos acadêmicos no decorrer de todo o curso.
* Desde quando e em que circunstâncias conheceu o candidato.
Comparando a candidata a outros alunos e profissionais com quem tive contato nos últimos anos, quanto suas aptidão para estudos e pesquisas acadêmicas, (porque a candidata deve ser escolhida em detrimento de outros aplicantes).
Destaco ainda que o(a) candidato(a) apresenta
Exemplos:
Elevada capacidade intelectual
Alta motivação para estudos avançados
Capacidade de concentração aguçada para trabalhos individuais, ao mesmo tempo em que revela grande iniciativa, desempenho e liderança em atividades de equipe.
Tem facilidade de expressão escrita e oral
Em seu histórico acadêmico, sempre mostrou-se assídua e perseverante
Respeitosa e cativante nos relacionamentos com colegas e superiores
(Assinatura)
NOME COMPLETO
Titulação acadêmica /Cargo
Instituição
ENDEREÇO
TELEFONES: ramais de acesso rápido (+ 55 XX ????????)
E-MAIL para contato
PARA:
NOME DA INSTITUIÇÃO
FACULDADE / CENTRO DE CURSO
CURSO
COORDENADOR DE CURSO
Dica de viagem: Muitos professores podem encontrar dificuldades em elaborar a carta de recomendação em inglês. Ofereça ajuda sem medo de parecer impertinente: os meus, sempre aceitaram. Mande para eles o roteiro, de forma educada, como sugestão para facilitar a vida e peça que enviem a carta para você em português. Traduza a carta de forma fidedigna, mas não tenha medo de adaptar expressões idiomáticas e de buscar sinônimos técnicos mais adequados. Então, envie novamente o material para que seu professor revise e encaminhe via e-mail ao curso que solicita ou imprima, assine e carimbe para enviar para você. Para evitar atrasos, você pode pedir que eles digitalizem a carta depois de assinada e carimbada: dá tempo para mandar na application digital enquanto o correio faz a entrega do original (recurso que foi útil na greve dos Correios!).
Herzliche Grüβe
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
De volta à nave-mãe
Bom... em Blumenau, a Alemanha tornou-se, como passar dos anos, uma referência quase encantada: ainda se fala alemão nas casas e tudo o que vem da Alemanha é considerado melhor. Então, voltar à nave mãe é fazer o caminho inverso daqueles primeiros 17 imigrantes liderados por Hermann Bruno Otto Blumenau.
As primeiras postagens vão ser com pressa: sinônimo de quem não fez o que deveria ter feito no tempo certo. Mas são uma tentativa de “ensinar o caminho das pedras” pra quem também almeja um lugarzinho ao sol – ou na neve!! :P – do outro lado do oceano.
Dica de viagem: Na foto que ilustra este post de estréia, o "castelinho" no centro de Blumenau, SC. Trata-se de um dos prédios mais fotografados da cidade. Foi construído pela família Schadrack na década de 70 para abrigar uma loja de departamentos (a Moellmann). O prédio é inspirado (quase uma réplica) na prefeitura da cidade alemã de Michelstadt, uma hora ao sul de Frankfurt am Main)e atualmente, foi todo restaurado e abriga a loja de departamentos Havan.
Herzliche Grüβe!



































