de volta à nave mãe: home
Home Home by Ivana Ebel Facebook Twitter E-Mail

menu

Estudar fora Sobre a Alemanha Viagens & turismo
Nonsense Receitas Jornalismo

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Carne moída à Parmeggiana

Carne de vaca na Alemanha é cara. E pior, é ruim. Não tem gosto de nada e, por isso, não vale o preço que se paga. Já porco tem qualidade e é barato. Aqui, até a carne moída é, por definição, de porco. Pode ser porco com vaca, mas poucas vezes é 100% de vaca. Bom... depois de um ano e meio aqui aprendi mil e uma maneiras de preparar carne moída sem deixá-la sempre com a mesma cara. Essa receitinha ai eu preparei ontem. Fiz com 500 gramas de carne para duas pessoas e sobrou um bocado. Então, recalculando, essa quantia da para quatro pessoas.

Carne moída à Parmeggiana




Ingredientes

500 gramas de carne moída
3 ovos
2 cebolas médias
3 dentes de alho
2 tomates
2 colheres de extrato de tomate
200 gramas de queijo muzzarela (ou emmentaler) ralado
100 gramas de presunto
2 colheres de trigo
Farinha de rosca para empanar
Sal
Pimenta preta
Cebolinha a gosto
Orégano

Preparo:
Pique uma cebola em cubinhos, o alho bem miúdo e misture à carne moída. Acrescente dois ovos, a farinha de trigo, sal e pimenta preta. Misture bem. Molhe a mão para fazer os “bifes”. Separadamente, bata o ovo restante e use para passar o bife antes de empanar na farinha de rosca. Frite até dourar em óleo quente. Coloque os bifes lado a lado em uma forma. Para o molho, refogue a cebola restante, os tomates, junte o extrato de tomate, cebolinha e outros temperos que desejar. Sobre cada “bife” acomode uma fatia de presunto e, em seguida, cubra com o molho de tomate. Polvilhe o queijo ralado sobre os bifes, um pouco de orégano e coloque no forno até o queijo derreter e ficar amarelado. Sirva com arroz. Rende 4 porções.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Constatações 'nonsense' sobre a neve



- Carros ficam cheios de estalactites penduradas nas placas e paralamas. Casas ficam cheias de estalactites e isso forma goteiras nas portas...

- Quando a neve começa a derreter e esfria novamente, forma um gelo liso, liso, liiiiiiiiiiiiso

- As montanhas de neve que são retiradas das ruas e estacionamentos levam semanas, meses até pra derreter. A coisa vai ficando preta, escura e, no fim, parece um bloco de cimento, não de gelo.

- Pisar na neve fresquinha e fofa pra deixar pegadas novas é muito divertido :D

- Nem toda a neve da pra fazer boneco. Só quando ela está mais “grudenta”.

- Não faça guerra de neve muito de perto. E nem aperte muito a bolinha que vai jogar. Dói mesmo e você pode machucar mesmo brincando, não é Johnny?!?!? (sorry!!!)

- Neve de “chuva congelada” dói no rosto. Sucks!

quinta-feira, 26 de março de 2009

Previsão do tempo

Sou louca por previsão do tempo... vejo quatro sites diferentes, o dia inteiro. Porque gosto de sol, gosto de chuva, gosto de neve. Fico feliz quando faz frio, quando faz calor... Por que gosto de sorvete e chocolate-quente. Chocolate também, pura e simplesmente. Porque adoro andar encasacada... e não abro mão de um vestido bem soltinho com o vento e o mormaço batendo no rosto. Porque gosto de pisar na neve fofa... e na neve velha, que parece crocante, também. Porque adoro fazer tricô e tenho uma coleção de cachecóis... Porque faço questão de saber que hora que amanhece, só pra colocar o despertador depois dela e acordar com o sol – ou a luz – visitando minha janela e pedindo pra entrar. Porque a hora do pôr-do-sol é sempre mágica: no mar, na montanha, no lusco-fusco ou mesmo sem sol... quando todo mundo chega em casa e começa a acender as luzes.

Por que se ta úmido e quente, me lembra Blumenau. Vento, traz Floripa de volta. Chuva... Chuville, Joinville? O frio vem de Novo Hamburgo, Caxias do Sul, Gramado, de Rio dos Cedros com geada, de São Joaquim e Santa Catarina todinha. Os Alpes da Suíça... o mar do Norte na Dinamarca em pleno inverno. Se tem sol, o Rio de Janeiro espreguiça na minha mente e cutuca Salvador. Calorão que dói na Argentina e na fronteira de muambas do Paraguai. Lá da Austrália, Darwin, Townsville, Hamilton Island e tantas outras emprestam um pouco de cor: tanta cor que nunca conheci igual... nem no Iguaçu, nem no rio Paraná. Mais ou menos me lembra a Flórida em dia de chuva, São Paulo com garoa ou a seca Brasília. Mais ou menos assim, cinza como Bremen... que não é grande, mas é velha.

Sou louca por previsão do tempo por que sou curiosa em saber o que vem pela frente... por ser a única forma mais ou menos eficaz e científica de adivinhação... o tarô das nuvens, os búzios do computador. Pra saber de antemão quantos casacos ou nenhum devo usar e por onde as lembranças (boas) vão me levar naquele dia conforme o termômetro muda (na temperatura e no humor)...

Por hora... as adivinhações me levam sempre pra janela, onde confirmo as previsões, e dou uma abanadinha pro meu amor que passa, sorri, e deixa meu dia feliz. Faça chuva ou faça sol...
de volta à nave mãe - desde 2008 © Ivana Ebel